O coração, antes de ser o órgão que lhes dá a vida, que anima a sua vida e que pulsa a sua vida, foi assimilado à noção de ‘centro’, de ponto virtual onde tudo se desloca, onde as rondas da vida podem se manifestar.
O centro contenta-se em ser a fim de permitir o desenvolvimento da vida e o desenvolvimento das dimensões.
Esse desenvolvimento sempre ocorre em função de uma ligação e de uma conexão possível a esse centro que se torna, então, centro diretor, centro onde tudo pode se prender, onde tudo volta de novo depois de ter partido.















